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      Quem é Ricardo Magro, empresário à frente da Refit e alvo de operação da Polícia Federal
      Quem é Ricardo Magro, empresário à frente da Refit e alvo de operação da Polícia Federal (Foto: Reprodução)

      Ricardo Magro, dono do grupo Refit, é alvo da PF O advogado e empresário Ricardo Magro, que comanda o Grupo Refit, dono da Refinaria de Manguinhos, no Rio de Janeiro, voltou a ser alvo de uma operação da Polícia Federal nesta sexta-feira (15). A Operação Sem Refino também tem como alvo o ex-governador do RJ, Claudio Castro. LEIA TAMBÉM: STF manda prender Ricardo Magro e incluir nome do empresário na lista vermelha da Interpol Equipes da PF cumprem mandado em Jundiaí (SP) na manhã desta sexta-feira (15) contra a empresa de Magro. O grupo Refit é considerado um dos maiores devedores de impostos do país. “A ação apura a atuação de um conglomerado econômico do ramo de combustíveis suspeito de utilizar a estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior”, explicou a PF. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Em novembro do ano passado, Magro já tinha sido alvo de uma megaoperação contra devedores da Receita Federal. ➡️Comandado pelo empresário, o grupo Refit é considerado o maior devedor de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias ou Serviços) do estado de São Paulo, o segundo maior do Rio e um dos maiores da União. O Supremo Tribunal Federal (STF) decretou a prisão preventiva do empresário e pediu a inclusão do nome dele na Difusão Vermelha da Interpol — mecanismo internacional para captura de foragidos. O pedido da Polícia Federal ao STF, ao qual o g1 teve acesso, faz parte de uma investigação que apura fraudes bilionárias, corrupção, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal no setor de combustíveis. Ricardo Magro Fantástico/ TV Globo Quem é Ricardo Magro? Ricardo Magro, de 51 anos, é uma figura recorrente e controversa no mercado de combustíveis. Advogado e empresário, comanda a antiga Refinaria de Manguinhos, hoje Refit, alvo de diversas investigações tributárias e disputas com distribuidoras e órgãos de fiscalização nos últimos anos. Paulistano, o empresário ganhou projeção no Rio de Janeiro e, desde 2016, mora em uma área nobre de Miami, nos Estados Unidos. Formado em Direito pela Universidade Paulista (Unip), com pós-graduação em direito tributário, Magro comanda o grupo Refit desde 2008. Com uma longa história de embates com o fisco, Magro afirma que o rótulo de “maior devedor de ICMS do país” é resultado de uma suposta perseguição institucional promovida por grandes empresas do setor. O que é o ICMS e como funciona a alíquota para o setor de combustíveis Ele chegou a acusar a Cosan, dona da Shell no Brasil e comandada por Rubens Ometto, de fazer campanha por meio do Instituto Combustível Legal (ICL), que combate o mercado ilegal, para tirá-lo do setor. Ao jornal “Folha de S.Paulo”, em setembro, afirmou também ser alvo de perseguição e ameaças do PCC. Em 2016, Magro foi um dos alvos da Operação Recomeço, deflagrada pela PF e pelo Ministério Público Federal para investigar o desvio de recursos dos fundos de pensão da Petrobras e dos Correios. Outro investigado também se entregou: Carlos Alberto Peregrino da Silva, ex-diretor do Grupo Galileo. Ex-advogado de Eduardo Cunha, à época afastado da presidência da Câmara dos Deputados, Magro era um dos sócios do Grupo Galileo. Em dezembro de 2010, o grupo emitiu debêntures de R$ 100 milhões para captar recursos para recuperar a Universidade Gama Filho. Segundo o MPF, as investigações encontraram indícios de que o dinheiro captado foi desviado ilegalmente para outros fins, especialmente para contas bancárias dos investigados. Gif mostra bens de luxo utilizados por Ricardo Magro, da Refit. Reprodução Operações policiais e o embate com o PCC O nome do empresário foi citado em etapas da Operação Carbono Oculto, que investiga a presença do PCC no mercado de combustíveis e chegou até a Avenida Faria Lima, centro financeiro de São Paulo. Embora a Refit não tenha sido alvo de buscas, documentos oficiais mencionam a empresa como parte de um fluxo comercial que teria envolvido companhias usadas pela facção. Magro rejeitou as acusações e afirmou ter colaborado com autoridades para denunciar práticas criminosas no setor, o que, segundo ele, o tornou alvo de ameaças e retaliações. A megaoperação desta quinta-feira, assim como a Operação Carbono Oculto, marca apenas parte das controvérsias envolvendo a dona da Refinaria de Manguinhos. Isso porque a Refit já foi interditada várias vezes pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Ações da ANP colocaram em dúvida a atividade de refino da empresa. Segundo a agência, existiam indícios de que a Refit estaria importando combustíveis praticamente prontos, como gasolina e diesel, em vez de realizar o processo de refino do petróleo — que justificaria sua operação como refinaria. O local chegou a ser interditado em setembro. Em outubro, a companhia foi reaberta por determinação da Justiça do Rio de Janeiro. No mesmo mês, no entanto, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou uma nova interdição da Refinaria de Manguinhos, dois dias depois de ela ser reaberta. Em julho de 2024, o Ministério Público de São Paulo apontou a Refit como uma das empresas envolvidas em esquemas de sonegação e adulteração de bombas de combustíveis. Mesmo carregando a fama de sonegadora, a Refit fechou contratos nos últimos anos para divulgar sua marca de distribuidora. No ano passado, anunciou patrocínio para a NFL, a maior liga de futebol americano. Em 2021, lançou uma linha de combustíveis com a marca UFC, que organiza as lutas de MMA. Haddad vê lavagem de dinheiro do crime organizado usando empresas dos EUA, contrabando de armas ao Brasil e pede parceria

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