Exposição “Rio das Ostras, a CULTURA TEM CASA” destaca a identidade da Cidade
A exposição se debruça sobre a história da cidade e tem como eixo a Casa de Cultura Bento Costa Júnior Secom Em celebração aos 34 anos de Rio das Ostras
A exposição se debruça sobre a história da cidade e tem como eixo a Casa de Cultura Bento Costa Júnior Secom Em celebração aos 34 anos de Rio das Ostras
Os recursos são provenientes da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB) e da Política Nacional de Cultura Viva (PNCV) Secom A cultura cont
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TCE e MPRJ analisam denúncia de uso ilegal de jatinhos por Cláudio Castro O Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) e o Ministério Público do Rio (MPRJ) apura
Menina de 12 anos demorou a contar à família sobre estupro coletivo por medo e vergonha A menina de 12 anos que denunciou ter sido vítima de um estupro colet
Nova Friburgo celebra 208 anos com desfile cívico Nova Friburgo comemorou seus 208 anos com uma programação marcada por tradição e participação popular.
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Ricardo Magro, dono do grupo Refit, é alvo da PF O Supremo Tribunal Federal (STF) decretou a prisão preventiva do empresário Ricardo Andrade Magro, controlad...
Ricardo Magro, dono do grupo Refit, é alvo da PF O Supremo Tribunal Federal (STF) decretou a prisão preventiva do empresário Ricardo Andrade Magro, controlador do Grupo Refit, e pediu a inclusão do nome dele na Difusão Vermelha da Interpol — mecanismo internacional para captura de foragidos. Agora, os dados de Magro estarão disponíveis para as polícias dos países-membros da maior organização policial do mundo. O grupo, antiga Refinaria de Manguinhos, é considerado um dos maiores devedores de impostos do país. O empresário voltou a ser alvo da Polícia Federal nesta sexta-feira (15), na Operação Sem Refino, que também cumpriu mandados de busca e apreensão na casa do ex-governador do RJ, Cláudio Castro, e na sede da refinaria, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Até a última atualização desta reportagem, Magro não tinha sido encontrado e era considerado foragido. O paradeiro dele, que mora há 10 anos nos Estados Unidos, é desconhecido. O pedido da Polícia Federal ao STF, ao qual o g1 teve acesso, faz parte de uma investigação que apura fraudes bilionárias, corrupção, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal no setor de combustíveis. Fraude bilionária, diz PF Segundo o documento, Ricardo Magro é apontado como líder de uma organização criminosa que teria montado um esquema sofisticado para sonegar impostos, lavar dinheiro e ocultar patrimônio no Brasil e no exterior. A investigação detalha o uso de empresas de fachada, fundos de investimento, holdings e offshores em paraísos fiscais, além da cooptação de agentes públicos para garantir benefícios fiscais e decisões judiciais favoráveis. O grupo teria causado um prejuízo de mais de R$ 52 bilhões aos cofres públicos, principalmente em ICMS não recolhido no Rio de Janeiro e em São Paulo. O documento cita ainda a atuação do grupo junto a órgãos como a Secretaria de Fazenda do RJ, ANP, Receita Federal, Procuradoria do Estado e até membros do Judiciário, para obter vantagens e barrar concorrentes. Quem é Ricardo Magro, empresário à frente da Refit e alvo de operação da Polícia Federal Esquema internacional Ricardo Magro Fantástico/ TV Globo A PF aponta que parte dos lucros era enviada para o exterior, especialmente para empresas e fundos em Delaware (EUA), Bahamas, Malta e outros paraísos fiscais. O dinheiro retornava ao Brasil disfarçado de investimentos ou era usado para compra de imóveis e ativos blindados contra execuções judiciais, de acordo com a investigação. Ricardo Magro vive há mais de dez anos em Miami, nos Estados Unidos, e não retorna oficialmente ao Brasil desde 2018. O pedido à Interpol tem como objetivo permitir a prisão dele em qualquer país membro e posterior extradição ao Brasil. Possíveis destinos Gif mostra bens de luxo de Ricardo Magro, da Refit. Reprodução Além dos Estados Unidos, onde Magro mantém empresas e imóveis, o documento cita Delaware, Bahamas e Malta como destinos de recursos e empresas ligadas ao grupo. O uso de offshores e empresas em múltiplos países dificulta o rastreamento e pode permitir movimentação para outros locais onde a extradição seja mais difícil. O caso é considerado um dos maiores esquemas de fraudes fiscais já investigados no setor de combustíveis. O pedido de prisão preventiva se baseia na gravidade dos crimes, risco de continuidade das fraudes e necessidade de garantir a aplicação da lei penal. Se o nome de Ricardo Magro for incluído na Difusão Vermelha da Interpol, ele poderá ser preso em qualquer país membro da organização. O Brasil se comprometeu a formalizar o pedido de extradição e providenciar a tradução dos documentos necessários. O que diz a defesa O g1 tenta contato com a defesa de Ricardo Magro. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum detalhe. Baixe o GloboPop.