Violência psicológica contra mulheres na internet aumentou mais de 20% em 2025, diz ISP
Violência contra mulher, violencia doméstica, sobrevivência feminina Bruna Bonfim/g1 A violência psicológica contra mulheres na internet aumentou e alcanç
Violência contra mulher, violencia doméstica, sobrevivência feminina Bruna Bonfim/g1 A violência psicológica contra mulheres na internet aumentou e alcanç
Projeto social ensina defesa pessoal para mulheres em situação vulnerabilidade na Lapa Um projeto social na Lapa, na região central do Rio, ensina noções d
Condenados por morte de advogado são suspeitos de outras execuções Os três homens condenados pela morte do advogado Rodrigo Marinho Crespo, em fevereiro de
Jovem em situação de rua compra casa depois de vídeo sobre abuso sexual viralizar no Rio Uma jovem que vivia há mais de 3 anos em situação de rua consegui
Violência contra a mulher Jainni Victória O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro concedeu 7.556 medidas protetivas de urgência a mulheres vítima
Assista aos vídeos com as notícias do Rio de Janeiro.
Bem-vindo ao chat
Estupro coletivo: após novas denúncias, MPRJ pede internação de menor A Justiça do Rio manteve a prisão de dois réus acusados de participar do estupro co...
Estupro coletivo: após novas denúncias, MPRJ pede internação de menor A Justiça do Rio manteve a prisão de dois réus acusados de participar do estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos em Copacabana. A audiência de custódia foi nesta quinta-feira (5). Mattheus Verissimo Zoel Martins e João Gabriel Xavier Bertho, ambos de 19 anos, vão permanecer presos. Os dois se entregaram à polícia na terça-feira (3). Os outros dois réus presos, Vitor Hugo Simonin e Bruno Felipe dos Santos Allegretti, que têm 18 anos, ainda vão passar pelo procedimento, no qual o juiz analisa a legalidade da prisão e decide se eles permanecerão detidos ou poderão responder ao processo em liberdade. As audiências estão marcadas para esta sexta-feira (6). Após se entregarem, os quatro presos permaneceram em silêncio diante da polícia e só vão falar em juízo. Eles estavam sem os celulares. A Polícia Civil vai pedir à Justiça a quebra de sigilo telefônico dos réus. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Polícia busca suspeitos de estupro coletivo de menor em Copacabana Reprodução/ TV Globo Os jovens foram levados para a Cadeia Pública Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte, onde foram colocados em celas separadas. A unidade funciona como porta de entrada do sistema penitenciário fluminense. Ao ingressar no sistema, o preso passa por um protocolo inicial de triagem e, em geral, permanece separado da população carcerária durante um período de isolamento e avaliação. Segundo a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), os quatro estão se alimentando normalmente. Eles comeram salada de repolho, almôndegas, cenoura cozida, arroz, feijão, fruta e suco. Todos viraram réus por estupro, com o agravante de a vítima ser menor de idade, e também por cárcere privado. Há ainda um menor investigado. Nesta quinta, a Justiça autorizou um mandado de busca e apreensão contra ele. Policiais foram até o endereço dele, mas não o localizaram. Por isso, o adolescente é considerado foragido. LEIA TAMBÉM: Estupro coletivo: o que diz o Tribunal de Justiça do RJ sobre o trâmite do inquérito Após novas denúncias, MPRJ pede internação de menor Presos por estupro coletivo estão em celas separadas em cadeia no Rio Vitor Hugo Simonin, de 18 anos, ao se entregar na 12ªDP (Copacabana) Reprodução Por se tratar de um menor, a polícia desmembrou o inquérito e encaminhou a representação ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), solicitando a apreensão por fato análogo ao crime. O MPRJ opinou favoravelmente sobre a necessidade de internar o menor. A Polícia Civil investiga as denúncias de pelo menos duas outras jovens contra alguns integrantes do grupo. Mattheus Verissimo Zoel Martins se entregou na 12ª DP (Copacabana) Reprodução O que dizem os citados Após a prisão, a defesa de João Gabriel se pronunciou com a seguinte nota: "A defesa de João Gabriel Xavier Bertho informa que, em respeito à decisão judicial, ele se entregou nesta terça-feira (03/03) na 10ª delegacia. João Gabriel e a defesa confiam que a Justiça, de forma isenta, irá apurar os fatos e decidirá pela improcedência da denúncia. João Gabriel nega estupro e não teve sequer a oportunidade de ser ouvido pela polícia. Ele não é citado nas novas denúncias que estão sendo investigadas". O advogado Ângelo Máximo, que representa Vitor Hugo, afirmou que o cliente nega participação no crime. Segundo a defesa, ele confirma que estava no apartamento em Copacabana, mas nega ter mantido relação sexual ou cometido estupro contra a vítima.