Violência psicológica contra mulheres na internet aumentou mais de 20% em 2025, diz ISP
Violência contra mulher, violencia doméstica, sobrevivência feminina Bruna Bonfim/g1 A violência psicológica contra mulheres na internet aumentou e alcanç
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Mãe relata assédio a criança em banheiro de escola em Niterói Uma menina de 7 anos contou que foi abusada no banheiro da escola municipal onde estuda, em Ni...
Mãe relata assédio a criança em banheiro de escola em Niterói Uma menina de 7 anos contou que foi abusada no banheiro da escola municipal onde estuda, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, na segunda-feira (2). "Ela chegou em casa com os olhinhos arregalados", relatou a mãe, nas redes sociais. A investigação está em andamento na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Niterói e corre sob sigilo. Procurada, a Secretaria Municipal de Educação de Niterói disse que abriu uma sindicância para apurar o ocorrido (veja a íntegra da nota ao fim da reportagem). Segundo a mãe, a filha a procurou logo após a aula e contou que foi abordada por um homem no banheiro da escola. De acordo com o relato, ele pressionou a porta da cabine onde a menina estava. Ela teria pedido para que ele aguardasse, mas ele teria dito que não sairia dali até que ela abrisse a porta, o que aconteceu. Naquele momento, segundo a criança, ela viu o homem com o rosto coberto e a genitália à mostra. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça "Mamãe, eu botei a mão no meu rosto porque eu sei que eu não posso ver aquilo", disse a garota à mãe. A criança também contou que o homem tentou impedir que ela saísse do banheiro e exigiu que não contasse a ninguém que ele estava no local. "Eu fiquei com medo de gritar e ele botar a minha mão na minha boca ou então me enforcar e eu morrer", relatou a menina, segundo a mãe. De acordo com a mãe, a criança conseguiu identificar que o agressor era um homem aparentemente adulto, de pele clara, e que ele teria um leão tatuado na mão e letras nos dedos. "Minha filha não dormiu, eu tô sem dormir desde segunda-feira", disse a mãe. Ela disse ainda que a filha "tremia toda, toda" e que chegou a levá-la a um hospital, onde recebeu atendimento psicológico. A mãe também criticou a postura da escola. Segundo ela, a violência foi relatada à professora, que não tomou providências adequadas. "Quando eu cheguei na escola, a direção não estava sabendo de nada", contou. Ela disse, ainda, que foi ouvida pelos responsáveis da instituição, e que, ao longo das conversas, eles teriam sugerido que o homem poderia ser um aluno PCD. O que diz a escola Em nota, a Secretaria de Educação disse que vai dar prioridade total ao caso: "A Secretaria de Educação acompanha o caso e repudia qualquer tipo de violência ou abuso no ambiente escolar. A Secretaria orientou a diretora da escola envolvida, recém eleita por eleição direta pela comunidade escolar, a dar prioridade total ao acompanhamento e à apuração do caso. Casos dessa natureza devem ser tratados com a máxima apuração e seriedade. Foi disponibilizado atendimento psicológico à estudante e sua família. A Secretaria Municipal de Educação abriu uma sindicância para apurar o ocorrido. Também será instaurado procedimento administrativo para ouvir a profissional citada e averiguar sua conduta, assegurando o devido processo de defesa e a aplicação das medidas cabíveis, conforme o resultado da apuração. A Secretaria reafirma seu compromisso com a proteção de crianças e adolescentes e seguirá colaborando integralmente com as autoridades responsáveis para o completo esclarecimento do caso."