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A pesquisadora Tatiana Sampaio Divulgação A pesquisadora Tatiana Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que lidera estudos sobre a polilam...
A pesquisadora Tatiana Sampaio Divulgação A pesquisadora Tatiana Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que lidera estudos sobre a polilaminina — substância experimental para o tratamento de lesões medulares — será condecorada com o título de Benemérita do Estado do Rio de Janeiro. A homenagem foi aprovada nesta quinta-feira (5) pelo plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). A proposta foi apresentada pelo presidente em exercício da Casa, deputado Guilherme Delaroli (PL), que afirmou que o título é uma forma de reconhecer a persistência da cientista e o trabalho desenvolvido na universidade pública brasileira. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça O que a polilaminina pode fazer e o que ainda não se sabe sobre a substância LEIA TAMBÉM: Anvisa libera estudo clínico e autoriza aplicação de polilaminina em 5 pacientes com lesão na medula Polilaminina: o que se sabe sobre a proteína da UFRJ que pode recuperar movimentos após lesão na medula Quem é Tatiana Sampaio? Tatiana Sampaio, pesquisadora Reprodução/ TV Globo Tatiana é professora associada da UFRJ desde 1995 e chefia o Laboratório de Biologia da Matriz Extracelular no Instituto de Ciências Biomédicas. A cientista é graduada, mestre em Biofísica e doutora em Ciências pela universidade, além de ter realizado pós-doutorado na Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, e em instituições de pesquisa na Alemanha. Há mais de 25 anos, a pesquisadora se dedica ao estudo da regeneração do sistema nervoso, investigando como proteínas podem modular o comportamento das células para recuperar conexões nervosas. Entre os resultados dessas pesquisas está a polilaminina, uma molécula derivada da laminina — proteína natural do corpo — que pode ajudar no tratamento de lesões medulares. A substância foi desenvolvida em estudos liderados por Tatiana. Em fevereiro de 2026, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o início da fase 1 de testes clínicos em humanos para avaliar a segurança da polilaminina. Apesar do entusiasmo em torno da descoberta, especialistas ressaltam que a substância ainda é experimental e não pode ser considerada uma cura até a conclusão de todas as etapas de testes clínicos.